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De Sedentário a Maratonista

A motivação também se treina!

Qua | 02.04.14

Porque somos o que comemos

José Guimarães
Cancro!... mas também outras coisas como osteoporose, doenças endócrinas, metabólicas, autoimunes, degenerativas e alérgicas e sei lá que mais!!! Crê-se (e estudos comprovam esta opinião) que muitas das doenças e novas epidemias com que nos deparamos nos tempos modernos devem-se sobretudo aos maus estilos de vida e maus hábitos alimentares a que nos temos habituado nos últimos anos. Tal como sou defensor de um estilo de vida ativo (aliás, a existência deste blog trata disso mesmo), também sou defensor de novos e melhores hábitos alimentares. Sem estes, tudo o que partilho sobre treinos, provas, objetivos e as conquistas dos mesmos, não teria sido possível. Ou se sim, a tarefa de os atingir teria sido sem dúvida mais difícil. Hoje correu nas redes sociais um artigo - publicado no Portugal Mundial - sobre algo que há muito tenho vindo a falar, principalmente quando aqui menciono os meus sumos verdes e a minha orientação para uma alimentação cada vez mais vegetariana e com base em alimentos naturais, mais saudáveis e mais nutritivos. O artigo em questão alerta para o facto que a maior parte dos alimentos que se vendem nos supermercados (e - consequentemente - que nós próprios pomos à mesa para comer) não são próprios para a nossa alimentação. São produtos altamente processados pela indústria alimentar, cheios de calorias vazias e sem nutrientes fundamentais para o nosso organismo, vendidos de uma forma irresistível pelos media. Produtos que foram feitos para serem vistos e não para serem comidos. Produtos novos que não têm nada a ver com os que fizeram parte da nossa evolução natural e que, hoje, o organismo toma como substâncias estranhas e reage, inflamando-se. Produtos como um simples sumo de laranja que, quando se vai a ver, tem demasiado açúcar e a laranja, nem vê-la. Porque não nos limitamos a comer as laranjas? Hipócrates - o "Pai da Medicina" - há quase 2.500 anos recomendava: "que o teu alimento seja o teu remédio e o teu remédio seja o teu alimento".
"E se o seu organismo não reconhecer aquilo que você come como um alimento? Defende-se, inflama-se, fica doente. É o que fazem muitos dos produtos que levamos à boca."
Sem mais demoras, leiam o artigo e pasmem-se. E acima de tudo alimentem-se sempre com uma máxima em mente: "Se o que vão comer foi fabricado pelo Homem, não comam!"